terça-feira, 13 de março de 2012

O IMPERADOR SAIU

Quando falo de o Imperador saiu não falo de Adriano que após duas temporadas no Corinthians tomou vergonha na cara e saiu, com apenas dois gols e 105kg na costa o jogador só deu prejuízo com seu alto salário, o Corinthians que não quis dar 11 milhões de euros ao Cruzeiro pelo Craque Montillo acabou aturando por mais de um ano esse peso chamado Adriano.
Já o Imperador Teixeira saiu da CBF após 11 anos de mando e desmando no comando da CBF com eleições marcadas por compras de voto em troca de vagas de times na Copa do Brasil, em seu comando times cariocas e Paulistas foram os mais beneficiados com tabelas e erros de Arbitragem, entre as injustiças praticadas por Teixeira está a não anulação da João Havelange em 2000 e o Titulo que deveria ter sido dado ao São Caetano pois ficou provado que o Vasco foi o Culpado da Tragédia com a venda a mais de Ingressos e a Falta de Ambulância em São Januário. Na sua carta Teixeira alegou coisas pífias para renúncia, mas a verdade é que ele não quis ficar para ver o vexame que será a Copa, o tempo está passando e nenhum estádio está pronto, em Natal e no “tal” estádio do Corinthians não existe se quer uma viga levantada, obras de infra-estrutura existem poucas nas capitais que receberão a Copa, os Aeroportos então até o momento não existe nenhuma obra e a seleção de Mano Menezes anda cambaleando, custou para vencer a fraca Bosnia em Amistoso e dá sinal notório que se haver mesmo esta Copa da Vergonha no Brasil se quer passará da primeira fase.
"Presidir paixões não é uma tarefa fácil. Futebol em nosso país é associado a duas imagens: talento e desorganização. Quando ganhamos, exaltam o talento. Quando perdemos, a desorganização. Fiz o que estava ao meu alcance. Renunciei à saúde. Fui criticado nas derrotas e subvalorizado nas vitórias", diz o texto da carta de teixeira.
Ricardo Teixeira deixa o comando da CBF após 23 anos
Ricardo Teixeira deixa o comando da CBF após 23 anos
O novo presidente da CBF disse que não haverá mudanças na entidade, negou a possibilidade da organização de eleições antes da data prevista e revelou que todos os vice-presidentes e diretores da CBF entregaram os seus cargos, mas que ele pediu para que continuasse: "Se são da confiança de Ricardo Teixeira, são da minha também", declarou.
O advogado e ex-jogador de futebol José Maria Marin presidiu a Federação Paulista de Futebol entre 1982 e 1988 e chefiou a delegação brasileira na Copa do Mundo de 1986, no México. Em 1982 assumiu o governo de São Paulo após a saída de Paulo Maluf, que decidiu candidatar-se a deputado federal. Permaneceu no cargo por cerca de 10 meses.
Em janeiro deste ano, Marin foi alvo de polêmica ao ser flagrado guardando em seu bolso uma medalha que deveria ser entregue aos jogadores do Corinthians, campeão da Copa SP de Futebol Junior. Sobre o caso, defendeu-se: "Foi uma cortesia. É uma verdadeira piada".
Fim de uma era
Ex-genro deJoão Havelange, Ricardo Teixeira assumiu a presidência da CBF em 1989. Em sua gestão, o Brasil conquistou duas Copas do Mundo (1994 e 2002), três Copas das Confederações (1997, 2005 e 2009) e cinco Copas Américas (1989, 1997, 1999, 2004 e 2007). Mas os resultados dentro de campo não foram suficientes para apagar as diversas denúncias de corrupção em que o dirigente esteve envolvido.
Em 1991, antecipou as eleições previstas para o ano seguinte, impedindo a participação dos clubes na votação. Dois anos depois, Pelé o acusou de favorecer a empresa de marketing Traffic na concorrência pelos direitos de transmissão do Campeonato em troca de propina. Em 1994, é denunciado após ter supostamente ordenado a liberação, sem pagamento de impostos, de aparelhos eletrônicos comprados pelos atletas campeões da Copa do Mundo. Na viagem teria trazido três chopeiras para um restaurante que possui no Rio.
Em 2000, é um dos um dos alvos da CPI do Futebol, no Senado, e da CPI da Nike, Câmara, que investigou os contratos firmados entre a CBF e a fabricante de material esportivo. É acusado de evasão de divisas, sonegação de impostos, apropriação indébita e lavagem de dinheiro. Não foi condenado. Um livro sobre o caso teve a publicação proibida pela Justiça.
Voltou a ter seu nome ligado a irregularidades em 2009, quando a Ailant, uma das empresas envolvidas na organização de um amistoso entre Brasil e Portugal, no Distrito Federal, teria superfaturado os gastos do evento. Ela pertence a Sandro Rosell, seu amigo pessoal. Em 2011, foi acusado pela rede britânica BBC de receber propina da ISL, empresa de marketing já falida. No mesmo ano, Teixeira foi acusado de pedir dinheiro em troca de votos para a candidatura inglesa à sede da Copa de 2018, mas foi considerado inocente.

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