segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Joinville fatura o Caneco da Série C

Esquipe do JEC posa pra foto:imagem 4
A exemplo do Tupi da Cidade de juiz de Fora interior de Minas Gerais outra equipe do Interior conseguiu ganhar um titulo de aporte nacional mesmo com grandes nomes na série D o Tupi derrotou fora de casa com casa cheia a equipe do Santa Cruz e neste sábado dia 03/12/2011 foi a vez do Joinville conquistar a conturbada série C de 2011, a fatura foi liquidada diante da tradiocional equipe do CRB que possui uma das maiores torcidas de Alagoas, na série C também tivemos o gigante Paysandu e o Ipatinga de Minas Gerais e não forão pareos para a tinhosa equipe catarinense.

O Joinville goleou o CRB na tarde deste sábado, na Arena Joinville, em jogo que valeu ao time catarinense a taça de campeão brasileiro da Série C, título nacional inédito na história do Tricolor. Depois de ganhar o primeiro jogo em Maceió por 3 x 1 no último sábado, o JEC poderia até perder por 2 x 0 o jogo de volta, em casa, mas foi para cima do Galo alagoano e conquistou uma vitória contundente no estádio que comportou quase 20 mil pessoas. O placar de 4 x 0 foi construído com gols de Lima, Eduardo, Pedro Paulo e Gilton.

A campanha do Joinville foi irrepreensível. Dos 16 jogos que disputou na Série C 2011, o JEC perdeu apenas um. O Tricolor catarinense fez também o artilheiro da competição: Ronaldo Capixaba, com 10 gols marcados. A Terceirona é o segundo título do Joinville nesta temporada, já que o time dirigido pelo técnico Arturzinho já havia ganho a Copa Santa Catarina no primeiro semestre.

Na saída do jogo, em entrevista à TV Record, o técnico do Joinville, Arturzinho, brincou que está decepcionado porque o título não veio de forma invicta. Além disso, o treinador afirmou que a sua renovação com o clube ainda não está definida. A esse respeito, o técnico tricolor deixou transparecer que espera um aumento de salário.
Fonte: http://www.gazetadejoinville.com.br/

CORINTHIANS FATURA O PENTA DO BRASILEIRÃO

Corinthians é o campeão do Brasileirão 2011
O jogo que começou com todo o Pacaembu gritando o nome do ídolo que se foi, terminou com mais de 30 mil vozes alvinegras celebrando ao som de "É, campeão!". Mas para chegar ao grito da vitória, o torcedor precisou superar as investidas palmeirenses e até uma quase ameaça do Vasco, que no fim só empatou com o Flamengo no Rio.
Já que praticamente todo o cenário estava a seu favor, o Corinthians preferiu deixar o tempo correr - o empate, afinal, sempre lhe serviu. Com Wallace improvisado como volante, a marcação no meio-campo corintiano funcionou nos primeiros minutos da etapa inicial, forçando o Palmeiras a utilizar bolas mais longas para chegar perto do gol de Julio Cesar.

Quase 40% dos 70 pontos conquistados pelo time alvinegro na competição vieram na incrível sequência de nove vitórias e um empate nas dez primeiras rodadas.
O início arrasador e o consequente triunfo no final do Brasileirão, curiosamente só foi possível graças a um dos maiores fracassos da história do clube: a eliminação na fase preliminar da Copa Libertadores, pelo Deportes Tolima, da Colômbia. Sem jogar nem a Libertadores nem a Copa do Brasil no primeiro semestre, o Corinthians ganhou mais tempo para treinar do que a maioria dos seus concorrentes diretos ao título. Dos times que disputam o Brasileirão, só América-MG, Atlético Mineiro, Cruzeiro e Figueirense entraram em campo nesta temporada menos vezes do que o campeão brasileiro.

As homenagens e o minuto de silêncio a Sócrates, eterno ídolo corintiano, embalaram os 11 guerreiros que subiram ao gramado do Pacaembu sem atraso, cientes de que a glória dependia só de si. Se o momento político do clube já não se assemelha em nada à Democracia do início dos anos 1980, em campo - o futebol regular mostrado durante a competição - o Doutor diria que está à altura da história que ele ajudou a construir.

Os olhos estavam vidrados no gramado do Pacaembu, mas os ouvidos grudados no rádio de pilha traziam boas e más notícias do Engenhão. O Palmeiras dominou o primeiro tempo e a tensão tomou conta. Nada que pudesse atrapalhar a festa. Um empate era o bastante, e o Timão jogou pelo empate.
O empate que garantiu o emprego de Tite, quase demitido diversas vezes e agora na seleta lista de técnicos campeões. O empate que garantiu o título - pela primeira vez em 101 anos de história, o Corinthians tem mais títulos brasileiros que o arquirrival (nos nacionais, Verdão leva vantagem com oito).