Nessa semana o Rio Branco do Acre assinou um acordo extra judicial com a CBF e STJD e desistiu do processo que o mantinha na série c em contrapartida a CBF desistiu de denunciar o clube a FIFA e assinou acordo para manter a equipe na série C de 2012, com isso os jogos do Grupo E agora prosseguem.
Após uma longa polêmica, o Luverdense herdou a vaga do Rio Branco-AC na segunda fase da Série C do Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira, o clue mato-gorssense Luverdense estreou com derrota para o CRB por 1 a 0. O gol do duelo realizado no Estádio Rei Pelé, em Macéio, foi anotado por Filipe.
Luverdense e Paysandu empataram em 1 x 1 neste domingo, no Estádio Passos da Ema, em Lucas do Rio Verde-MT. Os gols da partida foram marcados por Cléber Carioca e Fábio Gaúcho, ambos no primeiro tempo. O jogo foi válido pela segunda rodada da segunda fase do Brasileiro da Série C, já que os jogos já feitos pelo Rio Branco estão sendo repetidos agora com o Luverdense na vaga do time acriano. O empate sustentou o Paysandu em segundo lugar. Porém, por ter mais jogos que seus rivais, o Papão precisará vencer seus dois últimos jogos (contra o Luverdense em Belém e América em Natal) para conseguir o acesso à Série B. Já o Luverdense fez apenas seu segundo jogo nesta segunda fase, somando seu primeiro ponto e dividindo a lanterna com o América-RN (2 jogos também), no quadrangular que tem o CRB como líder, com 10 pontos ganhos em 4 partidas disputadas.
Ou seja, é promessa de emoção no grupo para vaga nas semi-finais e finais por se tratar de três equipes de tradição e de torcidas de massa, em especial o Paysandu que é uma das grandes forças do Norte do Brasil.
Depois de praticamente assegurar o acesso à Série B, a diretoria do CRB já está com tudo pronto para a prorrogação de contrato do plantel visando à final da Terceirona. É que, com a briga jurídica envolvendo Rio Branco e Luverdense e a consequente paralisação do Grupo E, as finais da Série C 2011 sofreram um atraso e só serão realizadas nos dias 27/11 e 03/12. Isso acabou gerando a necessidade de prorrogação dos vínculos dos atletas, até mesmo em razão da impossibilidade de os jogadores atuarem sem contrato.
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