terça-feira, 2 de agosto de 2011

SANTOS PERDE OUTRA E FLAMENGO DA SHOW OUTRA VEZ

ATLÉTICO PARANAENSE X SANTOS

O Atlético-PR conseguiu uma vitória importante contra o Santos, na noite deste domingo, na Arena da Baixada. Com um gol de Marcinho no final do jogo, o Rubro-Negro chegou ao triunfo por 3 a 2, em confronto válido pela 13° rodada do Campeonato Brasileiro.

Com muita chuva e um campo bastante prejudicado por conta disso, Atlético-PR e Santos deram início ao jogo procurando encontrar a melhor maneira de atuar no gramado pesado da Arena da Baixada.

E o Furacão foi mais feliz nos primeiros minutos da partida. Logo aos quatro minutos, a defesa do Peixe não conseguiu afastar o perigo após bate-rebate e a bola sobrou para Cléber Santana. Na força física, o meia atleticano levou a melhor sobre a marcação santista e, mesmo com a poça d'água, ainda encontrou espaço para colocar a bola no ângulo esquerdo de Rafael, abrindo o placar para a sua equipe.Motivado pelo primeiro gol cedo e empurrado pela sua torcida, o Atlético-PR ampliou logo em seguida. Com oito minutos, o zagueiro Manoel aproveitou boa cobrança de escanteio para levar a melhor sobre a defesa do Alvinegro Praiano e mandar a bola para o fundo das redes.O Santos procurou se recuperar logo do susto e, aos 12, o time da Vila Belmiro descontou. Neymar recebeu a bola após o rebote de um escanteio, limpou a marcação paranaense e, de perna esquerda, colocou o seu chute no canto direito de Renan Rocha, que nada pôde fazer para evitar o gol da Joia santista.Após um começo de jogo movimentado, o duelo perdeu em velocidade, mas não em emoção. Isto porque, o Peixe pressionava os donos da casa em busca do empate.Em cobrança de falta aos 28, Elano quase marcou. O meia bateu por cima da barreira e Renan Rocha, atento, se esticou para espalmar a bola para escanteio, evitando o gol adversário.Na volta do intervalo, os alvinegros melhoraram seu posicionamento defensivo e passaram a ter consideravelmente mais posse de bola que o Atlético-PR.Com isso, o empate não demorou a acontecer. Aos 17, Pará fez boa jogada pelo lado direito e tocou para Borges, na grande área. Esperto, o centroavante fez o giro sobre o seu marcador e arrematou com força, no canto direito de Renan Rocha, sem chances de defesa para o goleiro atleticano.Melhor em campo, o Santos quase chegou à virada pouco depois. Aos 20, Paulo Henrique Ganso encontrou espaço para finalizar, exigindo boa intervenção de Renan Rocha. No rebote, Neymar bateu esquerda no travessão e Borges chutou a bola em cima da zaga rival, desperdiçando a chance de gol.Apesar da pressão no final do jogo, o Furacão alcançou a vitória aos 45 minutos da etapa complementar. Wagner Diniz cruzou para Marcinho, livre na pequena párea, tocar de cabeça para o gol: 3 a 2 para o Atlético-PR.
GRÊMIO X FLAMENGO


Foi um reencontro sem pompa, mas Ronaldinho criou as circunstâncias para deixar sua marca diante do clube que o revelou, mas que nunca mais teve uma relação pacífica. O jogador realizou uma assistência e marcou um gol na vitória do Flamengo por 2 a 0 sobre o Grêmio, no Engenhão.

A vitória neste sábado deixa os cariocas a um ponto do líder Corinthians, mas com dois jogos a mais. A situação gremista fica mais complexa. Apenas 14º colocado, o clube gaúcho pode terminar a 13ª rodada do Campeonato Brasileiro na zona de rebaixamento.Se ainda existia esperança de um dia Grêmio e Ronaldinho Gaúcho fazerem as pazes em um futuro próximo, elas terminaram nesta noite carioca de julho. Não pela participação essencial do ex-melhor do mundo, autor do passe para o gol de Thiago Neves, no primeiro tempo, e que marcou os segundo tento flamenguista ao roubar a bola dos pés do goleiro Victor, no segundo, mas pelo modo como comemorou os lances.Ele não mostrou constrangimento em comemorar efusivamente as jogadas. Levantou a torcida, bateu no peito e mostrou o escudo do Mengão para quem quisesse ver, como se mostra-se quem está no seu coração neste momento. Ao término do jogo, foi reverenciado pela torcida. Ronaldinho segue sendo persona non grata no Olímpico.No meio da semana o Flamengo enfrenta o Cruzeiro, em Minas Gerais. Em casa, o Grêmio receberá o Atlético-MG para tentar quebrar uma série de três partidas sem vitória. O jogo - A situação dos dois clubes no campeonato fez o Grêmio ser mais cauteloso, ganhando Adilson, um homem de marcação, na escalação. O time gaúcho marcava em seu campo. A estratégia conseguiu anular Thiago Neves. Aceso, Ronaldinho Gaúcho aparecia com constância. Deu "tapas" de primeira, lançamentos e tentou duas mal sucedidas janelinhas. O Flamengo encontrou dificuldades logo ao atravessar a faixa central do gramado, em diversos momentos, perdeu a bola logo ao cruzar a linha. Aos visitantes faltava empuxe ofensivo para encaixar um contra-ataque.Quando tinha a bola, o Tricolor repetia velhos erros ofensivos. O principal deles foi a falta de pontaria. Nos 15 minutos inicias, período em que dominou o jogo, arrematou três vezes para fora. Felipe foi para o intervalo sem executar uma única defesa.Thiago Neves precisou somente de um lance para escrever o seu nome na história da partida. Em cruzamento de Ronaldinho, desviou de cabeça se antecipando a três zagueiros e partindo para o abraço com o companheiro aos 27 minutos. Autor da assistência, o jogador formado na base gremista não se constrangeu em comemorar. "O gol é gol", justificou na saída para o vestiário.No último lance da primeira etapa, Leandro, do Grêmio, caiu dentro da área alegando pênalti, mas nada foi marcado. As imagens de televisão mostram um puxão em sua camisa. No segundo tempo, Mário Fernandes utilizou o braço para parar Ronaldinho próximo do gol, mas o juiz mandou o lance seguir.Fora os lances com o seu camisa 10, o Mengão pouco produzia ofensivamente, esperando o tempo passar e repetindo a postura adotada no empate com o Ceará, quando também saiu na frente. Do jeito que conseguia, o Grêmio ia ao ataque não conseguindo além de arremates prensados ou chutes para fora.A primeira defesa de Felipe ocorreu aos 23 minutos em chute cruzado de Lúcio. Quatro minutos depois, Victor tentou driblar Ronaldinho, se deu mal. O flamenguista roubou e tocou para dentro do gol, bateu no peito, mostrou o escudo rubro-negro para a torcida e levantou todos os presentes da arquibancada do Engenhão. Não precisava de mais nada. O ponto final da noite estava colocado.

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